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Lei Antifumo


Empresas precisam se adequar à Lei antifumo

Um problema de saúde pública, a questão do tabaco vai mudar a rotina dentro das empresas, que precisam se preparar para lidar com o trabalhador fumante diante da proibição de se manter os chamados fumódromos

Começam a valer a partir desta semana, em Curitiba, as restrições impostas pela Lei Antifumo, que restringe o consumo de cigarro em ambientes fechados de uso coletivo, sejam eles públicos ou privados. Nos demais municípios do Paraná a proibição passa a vigorar a partir de 28 de novembro, data em que entra em vigor a lei estadual. Com a proibição, empresas precisam buscar medidas para lidar com a questão do funcionário fumante, de forma que sua saúde e produtividade não sejam afetadas.

Para a psicóloga Siumara Lee Sfair, consultora do programa antitabagismo oferecido pelo Instituto Anauê Teinõ, as empresas precisam adotar medidas mais efetivas para lidar com o funcionário fumante, do que apenas proibir o cigarro e fechar os fumódromos. “Algumas empresas responsáveis socialmente já estão contratando nosso programa para que seus colaboradores abandonem o vício definitivamente, obtendo excelentes resultados, mesmo porque nosso método é extremamente respeitoso ao fumante”, afirma a psicóloga. Para ela, criar dentro da empresa ambientes livres do tabaco é uma contribuição para a saúde de todos, sejam eles fumantes conscientes ou fumantes passivos.

A legislação aprovada em Curitiba e no Paraná prevê sanções para as empresas que não controlarem o consumo de tabaco dentro de lugares fechados. Em Curitiba a multa é de R$ 1 mil, dobra em caso de reincidência e pode até render a cassação do alvará. Já a lei estadual prevê multas a partir de R$ 5,8 mil. Técnicos da Vigilância Sanitária e os órgãos de defesa do consumidor ficarão a cargo da fiscalização da lei.

Desde o ano passado, o programa “Eu Parei! – O Caminho para Parar de Fumar” vem desenvolvendo campanhas, palestras e seminários, onde a programação neurolinguística é usada como uma eficiente ferramenta para ajudar o fumante a abandonar o vício. “Em nosso programa não falamos sobre os malefícios causados pelo cigarro, pois as pessoas já têm esse conhecimento. E acreditamos que pôr fim à dependência do tabaco é uma decisão maravilhosa para todo fumante. Com a nova legislação, acreditamos que um número maior de pessoas tomem esta decisão e a programação neurolinguística é uma abordagem que vem apresentando excelentes resultados”, garante a consultora Vera Mendes.

Responsabilidade Social
A cada grupo de funcionários que participam dos seminários dentro das empresas, a equipe do programa “Eu Parei!” oferece vagas gratuitamente em seminários voltados à comunidade carente. Assim, a cada três seminários contratados, um quarto seminário para até 15 pessoas é realizado sem custos para a empresa. “As palestras podem ser realizadas para um público indicado pela empresa ou para familiares dos funcionários e fornecedores, assim todos têm a possibilidade de ganhar mais saúde”, diz Vera.

Mais informações

Para ver relatos de quem conseguiu parar de fumar com o programa acesse www.euparei.com.br ou entre em contato pelos telefones (41) 3233-6409 e 3653-3099. O programa “O Caminho para Parar de Fumar” é um produto do Instituto Anauê-Teiño, que está localizado na rua Conselheiro Laurindo, 809, sala 709, em Curitiba.

Fotos:
Vera Mendes e Siumara Lee Sfair, consultoras do programa Eu Parei!
Envelhecimento da região do rosto provocado pelo cigaro
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Novo Conceito - Assessoria em Comunicação
Rua 24 de Maio, 1087 - Rebouças - Fone/Fax: (41) 3333-8017 e Cel. 9683-1526
Jornalista responsável - Maria Isabel Maranhão Ritzmann - MTB 5838 - Cel. (41) 9957-1547

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